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Sua empresa ainda usa o código de barras? Conheça as vantagens do RFID

Enquanto o código de barras ainda é usado em uma grande gama de produtos, algumas empresas optam por uma nova tecnologia, o RFID, que promete ser o grande substituto das barras pretas e brancas que encontramos em quase todos os produtos. 

RFID ou Identificação por Radiofrequência – está sendo utilizado como substituto do código de barras convencional e promete ser mais eficiente. Entretanto, é muito comum ter as duas tecnologias aliadas, uma vez que nem toda cadeia de negócios migrou para o RFID, pois muitas empresas ainda olham apenas para o valor unitário de cada etiqueta, sem pesar os benefícios.

A principal diferença entre o RFID e o código de barras está na identificação dos itens. O código de barras é responsável pelo cadastramento do objeto em si de forma “genérica”, como por exemplo dez camisetas polo, na cor preta e tamanho ‘M’. Por outro lado, o RFID garante as informações completas de cada item individualmente, identificando cada camiseta polo, preta, M como única com o “Código Eletrônico de Produto”, o EPC.

Como funciona o RFID?

Para funcionar, o RFID precisa de 2 componentes: o leitor (ou portal) e a tag RFID, composta de um chip e uma micro-antena. A tag RFID é o componente que substitui as antigas etiquetas de código de barras. Os leitores ou portais emitem as ondas de radiofrequência que são captadas pelas tags instaladas em peças, como calças, camisas, sapatos ou acessórios de qualquer tamanho. Neste momento é feita a leitura do chip que contém a identificação completa do produto. Em seguida, as ondas de radiofrequência são convertidas por um sistema e podem ser compreendidas por dispositivos digitais. Desta forma, podemos dizer que o ERP completa a nova tecnologia, pois interpreta as informações em cada processo, desde a gravação do chip da etiqueta até a sua leitura, seja no ambiente de produção, varejo, atacado ou inventário.

Quais as vantagens em utilizar a tecnologia RFID?

• Etiquetas inteligentes geram economia e segurança, pois é possível aplicar a solução em vendas no varejo (pequenas quantidades) ou atacado e pronta entrega (grande quantidade e volume), visto que seu uso otimiza os processos e diminui o custo operacional;
• Maior controle entre o envio e recebimento de mercadorias (rastreamento);
• Controle de todo o processo de produção;
• Agilidade na conferência de estoques e inventários, pois dispensa trabalhos manuais e torna o processo muito mais rápido, assertivo e seguro;
• Rapidez no recebimento e conferência de mercadorias entregues;
• Agilidade no fechamento de compras e consequente diminuição de filas na boca do caixa;
• Em comparação ao código de barras padrão, o RFID não precisa ser visto a olho nu, como acontece com as tarjas pretas enumeradas pelo código que precisam passar por leitores óticos individualmente. Basta que o chip seja identificado pela antena, mesmo dentro de uma caixa lacrada para que suas informações sejam registradas.

Como o RFID está sendo utilizado atualmente?

Embora a tecnologia ainda seja muito nova, ela deve substituir completamente o código de barras convencional num futuro muito próximo, pois seu custo é facilmente contabilizado e recuperado frente aos diversos benefícios da tecnologia . O RFID está sendo utilizado em duas frequências: a baixa (LF), 125 KHz; e a alta (HF), 13,56 MHz.

A baixa é usada mais comumente na produção agropecuária, para o rastreamento de gado. A de alta-frequência está sendo utilizada controles de acesso como pedágios e estacionamentos, e também em substituição aos sistemas antifurto. 

Nas confecções de roupas, calçados e acessórios, as etiquetas são usadas no controle de produção, pois ajudam no controle de acesso e de fornecimento dos produtos, auxiliando na identificação de uma matéria prima e sua procedência. Por meio do RFID, pode-se rastrear um lote de produto e o caminho que ele percorreu dentro da fábrica e ter conhecimento dos setores por onde passou e foi identificado.

O sistema também pode ser utilizado em lojas para o controle de entrada e saída de produtos, evitando furtos de peças. Como as etiquetas de RFID possuem tamanhos variáveis, uma pequena joia ou bijuteria também pode ser identificada com RFID. Até então, todos esses processos eram feitos manualmente ou com controles visuais (câmeras ou conferência de sacolas) e, portanto, sujeito a erros.

No mercado varejista, a tecnologia também permite que o caixa identifique o preço de todos os produtos da sacola à distância, dispensando o comprador de apresentá-los no balcão. Em poucos segundos é possível fazer a leitura de todos os produtos ao mesmo tempo. Imagine como esta tecnologia irá beneficiar os processos de finalização de compra, cobrança e conferência de mercadorias em sua loja!

As contagens de inventário (balanços) podem ser realizadas com maior rapidez e agilidade e praticamente sem retrabalho. O fato de não ser necessário organizar os produtos com as etiquetas aparentes já economiza um bom tempo nesse processo, além disso, pode-se contar os produtos que estão dentro de uma caixa ou gaveta sem mesmo abri-la. Por exemplo, uma loja com aproximadamente 6.500 itens de produtos variados como camisetas, calças e acessórios pode concluir a contagem e a consolidação do inventário em até 2 horas sem tirar nenhuma peça do lugar, seja na vitrine, na arara ou no estoque.

O RFID não veio, simplesmente, substituir o código de barras convencional, pois se trata de uma tecnologia de transformação que pode ajudar a reduzir desperdício, limitar extravios, gerir inventários, simplificar a logística e aumentar a produtividade.

Você já conhecia o RFID? Continue acompanhando nosso blog e mantenha-se atualizado com as novidades de sistemas ERP e o mundo do varejo.

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